Autoria de: Leonhard Ludd.
Tradução por: Gabriel C.
A gangue do Bonnet
Seis e quarenta e cinto, cantavam em tenor
Herny p. Bonnet acorda de seu estupor.
Faz-se sete anos desde o sacrifício do cordeiro.
E mais outros desde que a revolta começou.
H.P. Olha em sua fazenda de minhocas.
lentamente, torna o velho mundo em um novo.
Cinco caixas já dão para pescar
Então ele derrama no jardim o seu chá.
Ele troca as caixas por um prato de ovos fritos, molho picante e mate.
Ele vai atrás para hoje de algo.
Mãos ociosas estarão logo.
Ele recebe pelo pager.
Algo acontecendo na mata.
Alguns milicianos de equipamento de fora.
Mal sabem eles que caíram em uma cilada.
Mal sabem eles que estarão em uma vala.
HP tem uma pistola, um machado e um facão.
Com uma bicicleta, ausentando de prontidão.
Mas, o que não sabem, que estão com má sorte.
Os fantasmas recusaram-se à morte.
A gangue do Bonnet tem cinco integrantes.
Pela floresta, estão espalhades.
A milicia, sim, podem ter mais armas.
Mas a gangue os emboscou, como alarmes.
A comunidade os cerca, sondando, como tubarões.
Não importa quanto tempo levará a situação.
Com o que eles têm, um painel solar dá para comprar.
E a gangue das flanelas camufladas vêm a atacar.
Uma enxurrada de balas, sangue e frenesi.
A gangue do Bonnet vieram a ganhar.
Pequeno Ronny, morreu quando lutavam.
No fim da noite, estavam a enterrar.
HP. Consigo levara um novo par de botas e suprimentos para consertar o teto do alojamento.
Henry, bêbado caíra de sono, pela cerveja feita em casa.
Gritando na escuridão o conto de sua caça.

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